Toda transição desestabiliza porque mexe com quem você acreditava ser. Mudar de emprego, separar, envelhecer, perder alguém – cada passagem exige que você se reinvente sem saber exatamente quem será do outro lado. A psicanálise oferece um espaço para atravessar essas transformações sem negá-las, elaborando o que se perde e abrindo espaço para o novo que ainda não tem forma.
As dificuldades nos relacionamentos revelam algo de você que se repete. Você escolhe sempre o mesmo tipo de pessoa, reproduz conflitos antigos, não consegue sustentar vínculos ou se perde neles. A análise investiga essas repetições, o que elas dizem sobre seus desejos inconscientes e os lugares onde você se coloca nas relações, permitindo que outros encontros se tornem possíveis.
A angústia é uma experiência limite, um mal-estar sem nome nem objeto claro, que invade e desorganiza. Diferente da ansiedade, ela não aponta para algo específico – é uma sensação de desamparo profundo. Na psicanálise, trabalhamos para que essa angústia ganhe palavra, para que você possa nomear o que te habita e, ao nomear, encontrar alguma forma de elaboração diante daquilo que parecia insuportável.
A ansiedade fala de algo que insiste em não ser ouvido. Quando o corpo acelera, os pensamentos se multiplicam e o futuro parece ameaçador, há ali um sinal do que ficou sem palavra. Na psicanálise, investigamos o que está por trás dessa urgência, quais conflitos internos pedem passagem através da ansiedade, para que você possa se relacionar de outra forma com o que te inquieta.
A depressão é um recolhimento profundo, um esvaziamento que paralisa. O trabalho analítico busca compreender o que levou a esse desligamento, quais perdas não foram elaboradas, quais desejos foram abandonados. É um processo de retomada gradual da capacidade de habitar a própria vida, reconhecendo o que ficou aprisionado nesse vazio.
A sexualidade humana diz respeito ao desejo, ao corpo, ao encontro com o outro e consigo mesmo. Dificuldades sexuais, inibições, compulsões ou desencontros afetivos revelam conflitos psíquicos profundos. A análise cria espaço para que você fale sobre o que geralmente permanece não dito, investigando como sua história e seus fantasmas inconscientes atravessam sua vida sexual e afetiva.
Você encontrará acolhimento e caminho para ressignificar aquilo que lhe é incômodo
Psicóloga e Psicanalista
CRP: 06/7427
Prazer em receber você aqui!
Sou Clauristina, e atuo com a Psicanálise há xxx anos. Acredito que o sofrimento e as angústias humanas tem camadas que precisam ser escutadas e trabalhadas com profundidade.
Atendo pessoas de idades e contextos muito diversos, de jovens adultos a idosos, profissionais de diferentes áreas que chegam ao consultório carregando questões que vão desde angústias difusas até conflitos bem delimitados.
Meu compromisso é com a escuta atenta, com o sigilo absoluto e com o respeito pelo tempo que cada análise exige. A psicanálise não oferece soluções rasas porque trabalha com aquilo que resiste, com o que insiste em se repetir. É um trabalho de elaboração que exige tempo, mas que permite transformações reais e duradouras.
Conte comigo nesse processo.
Psicanalista formada pelo Centro de Estudos Psicanalíticos
Especialização clínica reconhecida pelo Conselho Federal de Psicologia
Pós-graduações:
Psicanálise e Saúde – Faculdade Albert Einstein
Psicanálise, Clínica e Sexualidade na Contemporaneidade – PUC Minas
Atuação como Analista Institucional em Grupos
Não há prazo fixo. O tempo de uma análise depende da complexidade das questões que você traz, da sua disposição para se implicar no processo e do que vai se revelando ao longo do trabalho. Algumas análises duram meses, outras se estendem por anos. O que importa é que você sinta que algo está se movendo, que elaborações estão acontecendo. A análise termina quando você reconhece que pode sustentar sua vida de outra forma, menos aprisionado em repetições.
O padrão é semanal, com sessões de 50 minutos. Essa regularidade é fundamental porque a análise se constrói na continuidade, cada sessão se articula com a anterior e com a seguinte. Em alguns casos, dependendo da intensidade do trabalho, pode-se aumentar a frequência para duas ou três vezes por semana, mas isso é decidido em conjunto conforme desejo e possibilidade a medida que o processo avança.
Não. Muitas pessoas procuram análise em momentos de crise aguda, mas outras chegam com questões menos urgentes, um mal-estar difuso, repetições que incomodam, desejo de se conhecer melhor. A análise não é apenas para quem está em sofrimento evidente, é para quem quer investigar o que determina suas escolhas, seus sintomas, suas relações. O que se exige é disposição para se interrogar.
Sim. O que sustenta o trabalho analítico é a palavra e a transferência, e ambas operam da mesma forma no online. Você precisa de um espaço privado, sem interrupções, e uma conexão estável. Muitas pessoas preferem o online pela praticidade ou porque moram longe. O essencial permanece: a escuta, a fala, o trabalho de elaboração. O formato não altera a eficácia do processo.